segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Roupa suja se lava em casa


Diz o dito popular que roupa suja se lava em casa.

Eu também pensava assim, até assistir a uma aula da grande psicóloga Maura de Albanesi, onde ela falava sobre a importância de mantermos uma boa energia em nosso lar. Preocupação, ansiedade, mau humor, discussões, brigas... Tudo isso contamina as boas energias e as transforma em energias negativas. 

E, como semelhante atrai semelhante, a energia quando negativa, somente atrairá tudo que for negativo, ou seja, desconfortos físicos e psicológicos, atraso de vida, falta de recursos, doenças, más influências, etc.

O ideal, logicamente, é “não brigar”, mas, se não houver outro jeito, vá para qualquer local aberto, longe de outras pessoas e, principalmente de sua casa, pois seu lar, apesar de muitos se esquecerem disso, é um santuário. E todo santuário deve ser respeitado.

Muitas vezes, discutimos até mesmo dentro do nosso quarto, local que abriga nosso sono, nosso descanso e nossa recomposição de energia. Que tipo de energia estaremos recebendo ao nos deitarmos? Pensem nisso.


Roupa suja, nesse caso, é melhor levar para a lavanderia.


Sueli Benko

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Como conviver com alguém que me irrita


Muitas vezes, uma determinada situação obriga-nos a conviver com alguém que nos irrita e, quando isso acontece, nossa rotina parece tornar-se insuportável. Deparamo-nos com um problema, aparentemente de difícil solução. Porém, se nos lembrarmos de que, cada problema surgido traz consigo um aprendizado necessário, o melhor a fazer é refletir para conseguir decifrar o que temos que aprender com o dito cujo.

No caso da pessoa que nos irrita, sabemos que sempre quando uma surge em nosso convívio, não é nada mais, nada menos, que um espelho que a Vida coloca em nossa frente, para que posamos enxergar aquilo que devemos mudar em nós mesmos, ou seja, algum defeito que temos, pois tudo que nos irrita no outro é algo que também possuímos e, na maioria das vezes, nem percebemos.

O contrário também é válido: tudo que nos desperta uma enorme admiração no outro, trata-se de algo que está nos faltando. Então, já sabemos que será necessário desenvolver em nós mesmos, aquela qualidade ausente. Quando isso acontecer, passaremos a olhar para aquela pessoa com uma admiração normal. 

Analisarmos nossa acentuada irritação e/ou admiração com relação ao outro é uma ótima forma de nos conhecermos melhor.

Mas, voltando à pessoa que nos irrita, precisamos identificar em nossa personalidade, onde é que somos semelhantes a ela. Muitas vezes, não é algo ligado à atitude, mas ao fator ou ao defeito que origina tal atitude ou comportamento. É óbvio que, se efetuarmos essa mudança em nós mesmos, tal pessoa não mais nos causará irritação, ou então, muitas vezes, ela se afastará, pois sua missão conosco estará cumprida.


Então, a melhor coisa a ser feita, quando isso acontecer, é agradecer a oportunidade de crescimento, e não perder tempo, aproveitando tudo isso para mudar e  “crescer”!

(Sueli Benko)

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domingo, 24 de maio de 2015

Meus problemas são apenas meus


Sabe, gente, um dia, alguém me ensinou que o cenário da minha Vida seria exatamente aquilo onde eu colocasse a minha atenção. E, com o passar do tempo, constatei que acontecia exatamente assim! 

Fui deixando, então, de dar demasiada atenção aos meus problemas; não, que os desprezasse, pois é exatamente com eles que aprendo o que preciso aprender, então, reflito sobre eles apenas o tempo necessário para entender a lição que eles querem me transmitir, mas eles são somente meus e o aprendizado contido em cada um deles serve somente para mim.

Nada de sair contando para todo mundo, nem de ficar postando em redes sociais, pois, ao divulgá-los, as pessoas estarão, no mínimo, enviando a seguinte mensagem para o Universo: “a Sueli está com um problema...”. E, como o pensamento tem força criativa, o Universo tratará de exercer o seu papel, que é transformar essa mensagem em realidade, e de uma forma bem mais intensa. Isso, sem contar a possibilidade deles causarem preocupação em alguém, o que pioraria ainda mais a situação, pois essa praga da preocupação só atrai mais problema, ainda! E olha que nem vou falar sobre a pontada de vitimismo que existe em cada exposição pública de um problema. (estou falando de exposição pública, pois sentar com um amigo e se abrir, certas vezes, pode até fazer muito bem).

As coisas ruins, de certa forma, costumam chamar mais a atenção das pessoas, não é mesmo? Um exemplo? - Dificilmente, alguém não se interessa em espichar o pescoço para olhar detalhes de algum acidente que aparece em seu caminho, principalmente, se houver alguma vítima ainda não socorrida, mas, se for alguém cantando ou tocando uma música, ou até mesmo dançando na rua, ninguém vai diminuir a marcha do carro para prestar atenção. Isso é natural. Mas, não deveria ser. Porém, somente será enquanto permitirmos que seja. Eu já me condicionei a não olhar e nem me interessar por esses acontecimentos. Não gosto de ver nem pela televisão. Esses programas sensacionalistas que relatam as desgraças alheias nunca poderão contar com minha audiência. Também, já pedi aos meus filhos que não venham me contar as possíveis tragédias que possam ter observado no seu dia. Isso tem me feito muito bem.

E, para encurtar o assunto, após decorridos alguns anos, posso afirmar com toda certeza, que quem me ensinou essa lição estava, realmente, coberto de razão! São tantas as coisas boas que têm me acontecido, e tão poucos os problemas surgidos, que chego a ficar na dúvida: será que tenho poucos problemas porque não falo neles ou não falo neles porque são tão poucos? ... Ah, sei lá... rs

(Sueli Benko)

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sábado, 23 de maio de 2015

O que é o Amor?


Desejar o outro ardentemente a cada instante?
Isso é paixão.

Querer o outro apenas para si?
Isso é posse.

Vasculhar a intimidade do outro à procura de uma aresta? 
Isso é invasão.

Encher o outro com presentes e adereços?
Isso é suborno.

Sufocar o outro com perguntas e cuidados?
Isto é ciúme.

Viver agarrado sorvendo o ar do outro?
Isso é carência.

Colocar o sexo em primeiro plano e esquecer as outras bases do relacionamento?
Isso é imaturidade

Entregar-se totalmente ao outro e esquecer do todo resto? 
Isso é loucura.

O amor é calmo, não faz cobranças descabida e gosta de ver o interior das pessoas.
Pode ter uma pitada de tudo, mas não abandona e não impõe; ajuda e ampara.
Quando ofendido, esquece; quando atacado, perdoa.
O amor jamais se coloca inacessível nem exige que o tratem com destaque ou honrarias.
Embora seja forte como uma montanha, sabe mostrar-se pequeno para ser aceito.
Por isso, examine o que chama de amor.
Pode ser que, no momento, ele seja apenas um disfarçado regime de escravidão.


(Luiz Gonzaga Pinheiro)

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terça-feira, 21 de abril de 2015

Meus piores algozes foram os meus melhores professores


Quando descobri que meus piores algozes foram os meus melhores professores, ficou muito mais fácil aprender a perdoar.

Aprendi a ser independente muito antes do tempo normal, graças a um pai muito severo. Na época, eu não entendia, mas, se não fosse por ele, eu não teria saído de casa tão cedo para aprender a trabalhar, o que me proporcionou uma especialização profissional precoce, uma condição de vida muito superior à que eu tinha na infância e, por que não, uma aposentadoria mais satisfatória.

Aprendi a me amar de verdade, quando me deparei com pessoas que fingiam sentir amor por mim, mas que, no fundo, somente sacaneavam-me com traições. Ai de mim se não tivesse aprendido eu mesma a cuidar de mim e me proteger como teria feito com um filho indefeso, até o ponto de nunca mais permitir que ser humano algum, viesse com suas atitudes trazer-me qualquer sofrimento.

Aprendi a confiar mais em mim ao deparar-me com pessoas que tentavam colocar-me para baixo quando, utilizando-se do abuso do poder, infligiam-me tratamentos rudes e humilhações.

Aprendi a gostar da minha própria companhia, conforme fui sofrendo o abandono de pessoas que eu amava.

E assim, por diante ...

Tudo foi uma questão de sobrevivência, o que torna minha vida, hoje, muito mais fácil e mais agradável de ser vivida. Certamente, eu não teria e não seria o que tenho e o que sou, se não fossem os meus algozes. Só por ter entendido essa verdade, o agradecimento substituiu o ódio, fazendo com que o perdão, sem muito esforço, se instalasse em meu coração.

Ninguém está em nosso vida por acaso; principalmente, aqueles que nos incomodam.


(Sueli Benko)

domingo, 12 de abril de 2015

Resistência ao julgamento


“Uma discussão irrompe entre membros de sua família ou amigos próximos. Você ouve um lado da história e fica horrorizado. Você está pronto para emitir julgamento e tomar partido. Resista. Desapegue-se de suas emoções. Ouça o outro lado. Resista ao seu comportamento julgador. Você descobrirá que há dois lados nessa história – de fato há sempre dois lados em toda história.”



(Yehuda Berg – Trecho do livro “O Poder da Kabbalah”)
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sábado, 13 de setembro de 2014

APEGO


Quando, para ser aceita, a pessoa transforma-se naquela que os outros desejam que ela seja, com medo da rejeição, ela é que está se rejeitando e consequentemente, atraindo a solidão. E, estar solitária, significa não estar consigo.

As pessoas costumam passar a vida tentando preencher suas carências, ao invés de adquirir confiança em si e amor por si, antes de tudo. Quem depende do outro não presta atenção em si porque esse “si” pode ser diferente do que os outros gostam, então, vive uma fantasia e não a realidade.

A intenção da “Vida” é sempre trabalhar para a nossa independência e por essa razão é que nos fez completos. Depender de alguém para ser feliz é horrível, é “pobre”. Além do mais, apego não é amor. Ninguém se apega por que ama. Apega-se porque necessita do outro.

Mas, não podemos nos esquecer da Lei da Afinidade, ou seja, atraímos para nós o que temos e afastamos o que não temos. O que temos, teremos cada vez mais e o que não temos afastaremos cada vez mais, também. Assim sendo, “toda luta para ser aceito atrairá cada vez mais a rejeição”.


(Sueli Benko)

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quinta-feira, 13 de março de 2014

Deus, segundo Baruch Spinoza


Deus conversaria assim, com você: 

Pára de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor. Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção à tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Aborrece-me que me louvem. Cansa-me que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido? Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?

Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti.



Baruch Spinoza (1632, 1677 Haia - Holanda)

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

O que você precisa aprender? Já pensou nisso?


Não acredito em “carma”, mas sim, em “lições que trazemos para aprender nesta vida”. Então, pelo tipo de vida que levamos e pelas pessoas que nela são “colocadas”, principalmente pai, mãe e os relacionamentos, podemos analisar e descobrir qual é a nossa lição principal. Quanto mais cedo descobrirmos e mais cedo aprendermos, tanto antes sentiremos a verdadeira felicidade, que é a da “realização”.

Os métodos da vida são sempre os mesmos, então, não fica tão difícil descobrir. Como exemplo, cito uma mulher, cujo principal ensinamento a ser aprendido nesta vida, seja a “Independência”. Fatalmente, ela terá problemas na infância, com o pai ou com a mãe. Necessitará sair cedo de casa para “ver-se livre e cuidar de si própria”. Quando se casar, certamente será com um homem irresponsável, pois não poderá ser sustentada por ele. Se ela aprender a lição, possivelmente o casamento será desfeito e aparecerá alguém mais digno dela. Porém, se por algum instante, ela passar a depender desse segundo esposo, algo acontecerá para promover a separação, devolvendo-a ao mundo novamente e, então, fazer uma reciclagem.  

É muito importante que ela se lembre de um detalhe: a independência não é apenas material.  Há de aprender a ser “independente material e emocionalmente”, também. Isso quer dizer que essa pessoa somente encontrará a verdadeira felicidade quando tiver deixado de ser dependente de algo/alguém externo, completamente. Carência não cabe em sua vida. Não invejem os tipos de relacionamento que ela terá, os tipos de homens pelos quais apaixonar-se-á...

Ter consciência desses métodos que a Vida usa, facilita muito o entendimento e o perdão aos seus algozes, que nada mais foram do que instrumento que a Vida usou para atingir os seus objetivos, ou seja, elevar essa pessoa em direção ao seu crescimento espiritual, sua iluminação.

Analise sua Vida. Descubra o que precisa aprender.
Pense nisso, pois a chave do seu sucesso, em todos os sentidos, pode estar aí!



Sueli Benko

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Pensando com os meus botões...


Estava aqui, pensando com meus botões:

“... se eu fosse a Vida, permitiria que a experiência chegasse mais cedo, que o aprendizado pudesse encantar os anos da juventude e que a sabedoria viesse bem antes dos primeiros fios de cabelo branco...”

Sempre pensei nisso, mas agora cheguei á conclusão de que a Vida é muito mais sábia do que eu imaginava! Envelhecer tem que trazer alguma vantagem ou ninguém suportaria a velhice. O que nos faz vivê-la bem é justamente essa sabedoria que o aprendizado gerado pelas nossas experiências nos trás. Os valores mudam, as descobertas acontecem e aprendemos que a felicidade existe, sim, assim como também existem os momentos infelizes.

Quando somos jovens, costumamos dizer que felicidade não existe, o que existe são os momentos felizes. Mero engano. A maturidade mostra-nos que ser feliz é uma questão de opção e que, quanto mais felizes nós somos, mais felizes ficamos! Quanto mais valor nos damos, mais valor nos dão. 

Quanto mais amor sentimos por nós mesmos, mais amor recebemos. Com o passar dos anos, temos mais tempo para observar a nossa vida e descobrir que sempre recebemos aquilo que nos demos, então, basta nos proporcionarmos o melhor de nós mesmos, que será o melhor da Vida que iremos receber.

Mas é preciso que o tempo passe para que tenhamos um parâmetro, para que possamos ter certeza de que as coisas ruins aconteceram sempre que deixamos de nos dar o melhor; sempre que demos poder para as outras pessoas nos magoarem; quando nos deixamos levar pelo orgulho ou pela impaciência; quando substituímos o presente pelas lembranças do passado ou pela ansiedade com relação ao futuro. Também percebemos que o tempo que perdemos valorizando nossos problemas ao invés de valorizarmos o que temos de bom, fará muita falta nos dias que virão. 

Sem termos vivido tempo suficiente para sustentarmos nossa base de dados, que são as nossas experiências, será impossível saber e, consequentemente, poder usar tudo o que aprendemos, inclusive, entender que o corpo não aprende; quem aprende é a alma e esta, só envelhece se nós permitirmos.


Sueli Benko

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